O que são Crianças
Índigo?
Este assunto é tema de programas de televisão e de filmes nos Estados
Unidos e Europa, só que infelizmente ainda não chegaram aqui no Brasil.
Leia o artigo abaixo e se informe de um tema bastante atual.
Inicialmente, os pais e professores começaram ganhar consciência de uma nova geração de crianças, agora conhecidas como Índigos. Pouco tempo depois, médicos, psicoterapeutas e outros começaram a estudá-las. Os céticos facilmente menosprezaram o fenômeno. Programas como USA TODAY ou GOOD MORNiNG AMERICA e estações tão conceituadas como a CNN relataram recentemente o crescimento do fenômeno Índigo.
Agora chega The Indigo Evolution o primeiro documentário em longa-metragem sobre o assunto. “A Evolução Índigo”- (The Indigo Evolution) é um aliciante documentário produzido e dirigido por James Twyman, Stephen Simon, Kent Romney e Doreen Virtue que explora o fenômeno das Crianças Índigo
Os Índigos são crianças com idades compreendidas entre os 12 e os 25 anos que possuem características únicas, nomeadamente o fato de serem bastante obstinadas, criativas, intuitivas, independentes, incansáveis, terem um desejo profundo de ajudar o Mundo e estabelecerem frequentemente fortes ligações com animais.
“Nós somos miúdos que queremos fazer do Mundo um sítio melhor” explica Jeffrey Star, de 12 anos de idade, um Índigo que se descreve como sendo um pacificador.
CRIANÇAS ÍNDIGO
Sensíveis, intuitivas, criativas, algumas com capacidades paranormais, quase todas resistentes à imposição de autoridade e capazes de formular as suas próprias teorias acerca do mundo, as crianças índigo chegam com a missão de transformar a humanidade. São seres da nova energia, arautos da paz, mensageiras da luz. Estão a nascer em todas as casas e é importante aprender a reconhecê-las.
Há quem lhes chame “Crianças Estrela”, “Crianças do Milênio”, “Crianças da Luz”. Quem acredite que são “os seres humanos do futuro”, quem defenda que chegam à terra “saturadas de uma vibração anímica” que, até agora, não era comum, quem garanta que “sabem quem foram e o que vieram fazer nesta vida”. Nancy Ann Tape, uma conhecida parapsicóloga americana, foi quem primeiro as designou como “crianças indigo”, depois de ter constatado que era essa a cor da aura que as envolvia. Uma cor azul-índigo que está conotada com o sexto chakra, também conhecido como “terceiro olho”. Em termos simbólicos, este é o chakra da percepção consciente da essência, aquele que nos permite ver para além do mundo palpável e nos dota de faculdades psíquicas para podermos perceber os arquétipos.
Não será, assim, pura coincidência o fato de as crianças índigo serem particularmente sensíveis, extremamente intuitivas, e que algumas tenham capacidades paranormais. E mesmo que à primeira vista não seja fácil distingui-las no meio das crianças comuns, os entendidos garantem que elas são cada vez mais e que estão espalhadas por todo o planeta. À luz de uma perspectiva mais esotérica, o grande dom destas crianças é essencialmente espiritual. Algumas podem até ser superdotadas em termos cognitivos e/ou de aprendizagens, mas não é isso o que realmente as diferencia das outras. Para quem acredita na teoria da reencarnação, as crianças índigo são velhas almas de regresso ao planeta Terra, cuja missão é transformar profundamente a humanidade e o mundo.
Não se pense, porém, que o fenomeno índigo se esgota nas explicações esotéricas da Nova Era e dos seus seguidores. Nelson Lima, neuropsicólogo, diretor do Instituto da Inteligência e da Academia de Sobredotados, Membro da Academia de Ciências da Califórnia, Investigador da Bircham University, entre outras coisas, é apenas um dos muitos cientistas que tenta dotar este fenomeno “de uma teoria credível”. Por isso se propõe “analisar os aspectos culturais e sociais que lhe estão associados (e, eventualmente, os espirituais e religiosos)”. E explica: “Embora não adote a versão espiritual, não posso, de maneira nenhuma, dizer que não existem fenômenos espirituais, pois todos sabemos que existem. No entanto, vejo as crianças índigo de uma outra perspectiva e, para mim, elas são crianças da nova era, produtos próprios de um novo tempo que criamos, de uma verdadeira tecnosfera que envolve o planeta.” Habituado a trabalhar com crianças especiais – no Instituto da Inteligência fazem-se, todos os dias, testes para descobrir meninos superdotados – Nelson Lima está familiarizado com uma nova geração que “não tem nada a ver com as crianças de há 30 ou 40 anos.”
No entanto, ele próprio admite que este novo conceito de “indigo” ultrapassa os aspectos da sobredotação. “A arquitetura cognitiva das crianças de hoje é totalmente diferente, já que existem muito mais ligações entre os neuronios. Nos índigo, para além desse aspecto, parece haver uma capacidade inata para entender o mundo e as leis que o regem. Eles conseguem ter uma visão holística dos problemas, uma inteligência espiritual fora do comum. Adotando uma linguagem ligada ao espiritualismo, eu diria que os índigo têm uma alma muito grande. Digo ‘alma’ no sentido em que Jung diria...” Alma. Seja em que sentido for, parece haver um certo consenso entre a perspectiva esotérica e a perspectiva científica. É a alma das crianças índigo que as torna especiais, mesmo que essa alma seja, como defende Nelson Lima, “uma criação da mente”.
Geração de emergência
Independentemente da fé que se professa ou da ciência que se pratica,
não é difícil perceber que o mundo atravessa momentos de mudança. A Era
de Aquário não é apenas uma expressão que está na moda, mas uma
indicação precisa de que estamos a passar para um novo ciclo. Deixamos a
Era de Peixes, marcada pela violência, pelo materialismo, pela
obscuridade, e dirigimo-nos para a Luz. Como escreveu Nelson Lima, num
texto sobre o fenomeno índigo (e reparem que são de um cientista, e não
de um astrólogo, as palavras que se seguem): “As três grandes
características do signo do Aquário – o Ar, o Masculino e Urano –
permitem, de acordo com os seus adeptos, esperar um período de paz e
harmonia universal, uma abertura da inteligência humana ao belo, ao amor
e à fraternidade e uma expansão da consciência que nos permitirá melhor
compreender as grandes leis que regem a Vida e o Universo do qual
fazemos parte integrante. Será então um período marcado pela mudança de
paradigmas, aceleradas e fantásticas transformações políticas e sociais,
avanços tecnológicos de impacto profundo nas nossas vidas (e nos nossos
cérebros) e uma maior consciência dos graves e preocupantes problemas
que enfermam a humanidade e o planeta Terra.” É precisamente para nos
ajudar a tomar consciência destes «graves e preocupantes problemas» que
os índigo estão a chegar. Eles são, no fundo, os operadores da mudança,
aqueles que vêm romper com os velhos sistemas e as velhas estruturas
para recuperar e curar o planeta.
Características dos Índigo
Atuar JÁ. E, no entanto, para que possam atuar JÁ, os
índigo precisam ser reconhecidos. Pelos pais, pelos educadores, pelos
professores, pela sociedade em geral. Não, não são pequenos
extraterrestres azul-índigo que devemos procurar. Para quem é capaz de
ver auras, bastará um olhar de fora. Todos os outros, no entanto, terão
de os olhar por dentro. Só entendem a linguagem do amor, não se deixam
enganar nem se desviam do seu caminho. Resistem aos padrões de educação
tradicional e dão nas vistas pelo seu comportamento.»
Mas qual é, afinal, o
comportamento de uma criança índigo? Lee Carroll e Jan Tobber, autores
de um livro que já vendeu milhares de exemplares em todo o mundo
apresentaram, nesse mesmo livro, as dez características mais comuns da
Criança Índigo. São elas:
1. Vêm ao mundo
com um sentimento de realeza (e, frequentemente, comportam-se como tal);
2. Têm a sensação
de que merecem estar aqui e surpreendem-se quando os outros não sentem o
mesmo;
3. A auto-estima
não é alvo de grandes preocupações e, muitas vezes, estas crianças sabem
dizer exatamente quem são;
4. Têm grandes
dificuldades em aceitar a autoridade absoluta, sobretudo aquela que não
dá explicações nem alternativas;
5. Há coisas que
elas, pura e simplesmente, não são capazes de fazer, como esperar
quietas numa fila;
6. Sentem-se
frustradas com sistemas repetitivos, que não requerem criatividade;
7. Têm, muitas
vezes, melhores formas de fazer as coisas, tanto em casa como na escola,
o que as torna rebeldes e desintegradas, aos olhos dos outros;
8. Se não houver
outros com o mesmo nível de consciência, podem sentir que não há ninguém
que os entenda e tornar-se anti-sociais;
9. Não respondem
à disciplina da culpa (‘Espera que o teu pai chegue em casa para ver o
que fizeste’ é uma fórmula ineficaz);
10.
São, por vezes, tímidos a expressar aquilo de que necessitam.
Embora Lee Carroll e Jan Tober sejam uma referência incontornável quando se fala de crianças índigo (há ainda poucos livros publicados sobre este tema), é importante não ser redutor na análise das características que ambos apontam. Ou seja, há seguramente alguma verdade nestas suas afirmações, mas a nossa procura – enquanto pais, professores, educadores – não deverá resumir-se a marcar cruzinhas na lista acima descrita. Os meninos índigo entendem, essencialmente, a linguagem do amor. E é com o coração que os devemos procurar.
TEMOS A DISPOSIÇÃO 2 DVDs SOBRE O TEMA
1- Crianças Indigo
2. Indigo Evolution ( lançamento )